Sorte a minha que já passei por isso diversas vezes, sorte a minha que já previ o fim de todas as minhas histórias. Sorte que já é mais fácil deixar as pessoas pelo caminho, não por minha escolha, mas o destino quis assim e quem sou a lutar contra contra o que está escrito?
E eu sigo, igual. Minha fase de mudanças ou melhor, de adaptação ao que se segue como padrão em minha história pessoal já passou. Pode vir, pode vir o que vier que eu sei muito bem como lidar. Pode bater no peito que eu aprendi a rebater e seguir. Cada um do seu lado, eu fazendo meu caminho com o que tenho e ninguém mais tira. Ninguém mais leva. Essa sou eu, o que sobrou aqui não pertence a mais ninguém, além de mim.
Nada me acrescenta , mas nada me derruba mais. Eu ainda sou jovem, mas sei quais experiências me aguardam e as que não. "Love and to be loved" não terá espaço no livro da minha vida.
Ele é escrito por mão única, em linhas paralelas que jamais cruzam-se.
Ceci, a certeza do que se quer é a certeza de em qual direção seguir. Siga. Siga o teu caminho. Que seja sempre dia em teu viver. Que você seja sempre forte na dificuldade. Que tua casa sempre lhe aguarde. Que teu sonho sempre lhe arraste, e que ninguém jamais leve o seu caminho.
ResponderExcluirAbraço!
Jefhcardoso do http://jefhcardoso.blogspot.com que convida para ler “O Candidato” ou qualquer outra coisa...
vi que você me seguia e passei por aqui. bonita a sua forma de escrever, eu gostei. te sigo também. beijos
ResponderExcluirEssa sou eu, o que sobrou aqui não pertence a mais ninguém, além de mim.
ResponderExcluirGostei desta.Apesar de parecer o resto, na verdade o que ficou foi a essência, a melhor parte de si, aquela que pode seguir em frente, sem medo das perdas.
Gostei do teu tom poético.